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or que arte?

A imagem a seguir responde por si:

© Victoria and Albert Museum, London

© Victoria and Albert Museum, London

Falo de um instrumento musical chamado flauta doce e que para boa parte da população é visto como um brinquedo. Esta flauta doce da imagem, que foi construída entre 1730 e 1750, em Nápoles, foi feita da madeira de uma fruteira juntamente com folheado de tartaruga, madrepérola, ouro, marfim e prata. Esta flauta está hoje no museu Victoria and Albert de Londres e maiores informações podem ser vistas em http://collections.vam.ac.uk/item/O58920/top-joint-unknown/.

Comecei este texto ilustrando com um instrumento que é a imagem de um período da história da música ocidental, quando a estética da época obrigatoriamente induzia a ornamentações riquíssimas. Se séculos atrás a flauta doce era “encarada” como instrumento musical sério, com centenas de composições específicas para ela, por que hoje muitos ainda a veem como brinquedo ou instrumento de transição? Professores e estudantes sérios, músicos e flautistas conscientes desta realidade estão há muitas décadas trabalhando para eliminar este “estigma” da flauta doce. Cada um em sua área e competência, e muitas vezes através de super-esforços, vêm como formiguinhas provando que este instrumento musical tem um potencial incrível. Se estes profissionais vêm realizando este trabalho sério de desmentir através de fatos a imagem errada que foi colocada na flauta doce, o que se pode dizer dos construtores ou fábricas na atualidade? Aqui é onde eu gostaria de mostrar um pouco da minha vivência e tentar traduzir em palavras uma realidade.

Desde o ano 2000 estou envolvido na pesquisa e produção de flauta doce em madeira. O lado empírico provou a mim que a capacidade musical da flauta doce está diretamente relacionada à suas medidas internas e ao material de que é feito. Há séculos atrás os instrumentos eram feitos à mão, únicos e em sua grande maioria feitos de madeira. Não é por acaso que hoje os instrumentos de madeira têm um prestígio grande, pois além do potencial acústico a madeira tem um lado estético muito atrativo para a arte, além do fato da sua facilidade de ser trabalhada. Para ilustrar, coloco a seguir algumas imagens de tipos de ferramentas usadas no passado.

Quando se diz na atualidade que um determinado luthier trabalha com as centenárias técnicas da luteria estamos fazendo referência a estas gravuras, mas por motivos comerciais dificilmente encontraremos algum construtor atual que seja 100% fiel às ferramentas usadas na época.

Construir uma flauta doce (historicamente inspirada) nos dias atuais é fazer uma releitura dos originais de séculos anteriores e tomar decisões que envolvem questões como: afinação, sonoridade, timbre, foco e aspectos como o gosto pessoal do construtor (ou sua compreensão como músico) bem como o mercado atual. Claro que não se pode deixar de lado a interação entre músico e construtor como veículo de personalização tanto da estética sonora como visual. Enfim, são muitos detalhes a considerar e é muito certo que, devido a estas e outras variáveis, tenhamos esta riqueza com flautas tão diferentes no mercado.

Falando um pouco do panorama atual da construção da flauta doce existem alguns parâmetros comparativos que levam em conta o tipo de fabricação ou o grau de mecanização e a quantidade de pessoas envolvidas no processo de construção do instrumento. Podemos sintetizar assim os tipos de fabricação da flauta doce:

INDUSTRIAL

É predominante neste tipo de fabricação o uso de máquinas (que fazem praticamente tudo), restando ao final do processo uma verificação geral por uma pessoa.

Geralmente o canal de ar (windway) da flauta é produzido com as bordas paralelas e o teto e o bloco não têm curvatura. O teto é feito alto e o bloco baixo (isso com relação a linha do bisel, região final da rampa). Isto tem como objetivo diminuir os possíveis problemas gerados pela condensação e pela alteração da madeira. Os furos são retos, não possuem undercutting (não são cavados internamente). Muitas vezes nem chanfros existem no teto ou bloco. As flautas feitas de resina e materiais sintéticos a partir de moldes são enquadradas nesta categoria. Vale ressaltar que as grandes fábricas possuem diferentes linhas de produção, ou seja, existem modelos mais simples e mais avançados.

SEMI-INDUSTRIAL

Dentre os modelos mais avançados das fábricas que mencionei, existem os que possuem maior controle no processo final da construção da flauta doce. O voicing (região que produz o som, compreendendo o canal de ar, bloco, rampa, bisel, chanfros) é bem mais elaborado, os furos possuem undercutting, observa-se uma maior resistência nas notas e a flauta, no geral, soa muito melhor. Geralmente a fábrica indica que este modelo é baseado em algum original histórico.

MANUFATURADO

Esta é a categoria de produção da flauta doce que possui maior prestigio dentre flautistas, professores, músicos, colecionadores ou de admiradores desta arte.

Neste processo o instrumento é feito artesanalmente, onde cada passo é cuidadosamente pensado para se obter o melhor resultado, dentro da perspectiva de cada construtor. Digo assim pois uma flauta feita manualmente pode levar de uma semana a vários meses para ficar pronta, dependendo da “filosofia” de trabalho de cada um. O empirismo torna-se predominante, pois com os anos de trabalho, cada construtor desenvolve sua técnica de construção e sua sensibilidade é desenvolvida para extrair o melhor de cada tipo de madeira.

Existe um cuidado desde a escolha da madeira – que leva em consideração desde o tempo de corte ou secagem da espécie até o tipo do processo de secagem (se em estufa ou ao ar livre). Há também uma verificação cuidadosa do grão da madeira, sua textura, seu padrão de cor bem como a existência de trincas ou rachaduras em sua extensão. Claro que cada construtor (recorder maker ou luthier) definirá seus processos de análise da madeira, sendo certa a escolha das melhores peças para a construção de uma flauta doce.

Algumas das características construtivas são:

  • canal de ar curvo;
  • chanfros colocados para se obter determinadas características de sonoridade e de execução;
  • furação com undercutting (além de ajustar a afinação serve também para melhorar a qualidade sonora da flauta);
  • bloco e teto são construídos com curvatura no sentido do comprimento do instrumento.

Unindo estas a outras características, consegue-se obter resultados excelentes no instrumento.

Quando um flautista encomenda um instrumento diretamente com um construtor, pode-se pedir, por exemplo, para que a flauta doce possua notas graves ou agudas privilegiadas, ou maior ou menor resistência, ou um instrumento mais flexível, com o bloco mais baixo ou o canal de ar mais aberto, etc. Procure falar com o construtor pois muitos aspectos podem ser personalizados.

Algumas pessoas me perguntam com certa frequência se a madeira faz realmente alguma diferença na flauta doce? Sintetizando, pode-se dizer que sim. Até o momento não conheço melhor material para se fazer flautas e, não à toa, durante centenas de anos foi o principal material usado para este fim. O resultado sonoro da madeira é riquíssimo quando comparados a materiais sintéticos, e é perfeitamente compreensível que madeiras diferentes terão desempenhos diferentes, ou seja, o tipo de madeira influenciará na sonoridade de cada instrumento. Sua densidade, o padrão das fibras e outras características produzirão sons diferentes. Entendo isso como um presente da natureza, para que possamos ter uma riqueza de ressonância. Costumo dizer sempre que a madeira é um organismo vivo, embora se trate de células mortas, sua estrutura de fibras está sempre em processo de mudança ou adaptação ao clima que está submetida. Existem algumas variáveis que podem influenciar sua estabilidade (ou instabilidade) dimensional: temperatura, umidade e pressão. Existem alguns parâmetros técnicos que podem influenciar, mas como não me sinto capaz de explicá-los prefiro não os mencionar. Como havia dito, ao longo do trabalho, desenvolve-se uma sensibilidade onde percebe-se detalhes difíceis de explicar, trazidos com a vivência do ofício.

Para exemplificar, vou descrever resumidamente uma das maneiras utilizadas para preparar a madeira que será utilizada para construir uma flauta doce – onde o principal objetivo é deixá-la o mais dimensionalmente estável.

É interessante ressaltar que, dependendo da espécie da madeira, existem processos diferentes adotados por diferentes construtores para o processo de secagem da madeira.

Recordo de um construtor que gentilmente me explicou seu processo de preparação da madeira boxwood (buxus sempervirens). Bem interessante e resumindo, seria assim: anos após seu corte, deve-se torneá-la, fazendo com que seu diâmetro externo seja pouco maior que o necessário para o modelo da flauta doce que se queira construir. Fura-se então as peças em toda a extensão afim de favorecer sua secagem e aliviar a tensão interna das fibras da madeira e então deve-se selar o endgrain (extremidades da madeira) com algo como um verniz de poliuretano. Depois de pronta, cada peça de madeira deve ser pesada para, em seguida, irem ao forno. Durante algumas horas verifica-se o peso e temperatura do material até o momento em que seu peso se torne estável. Ao atingir este ponto, mergulha-se estas peças na água e, após este estágio, deve-se deixa-las secar ao ar livre por alguns meses, até que o peso da peça fique estável novamente. Assim as peças estarão prontas para se começar a fazer uma flauta doce.

Digo que com este método proporciona-se uma grande estabilidade, onde temos uma madeira “morta”, que praticamente não mudará com o tempo. Para uns essa estabilidade é boa, para outros pode ser que não; conheço pessoas interessadas no desafio de desenvolver a sonoridade de um instrumento, já outras pessoas preferem uma flauta que “seja a mesma” por praticamente toda a vida.

Conhecem-se também construtores que preferem não usar deste método quando trabalham com boxwood; preferem considerar as mudanças que ocorrerão com a madeira ao longo dos anos como algo favorável, para assim “amadurecer” a sonoridade do instrumento. Considerando outras espécies de madeira o processo pode ser bem diferente, pois este método é exclusivo para o boxwood.

Comentando um pouco mais sobre madeiras, gostaria de esclarecer algumas questões: Ao observar os tipos de madeira frequentemente usados para construção da flauta doce, vale ressaltar a predominância de algumas espécies que, por razões diversas, tem grande destaque no mercado, tanto entre fábricas e construtores modernos. Irei considerar o valor histórico como princípio para justificar o uso do boxwood. De origem europeia, o boxwood é uma das madeiras mais usadas na construção instrumentos de sopro (como flauta doce, traverso, oboé, chalumeau ou clarinete), e seu valor histórico está na quantidade de instrumentos que sobreviveram, principalmente do período barroco, feitos desta madeira, sendo esses exemplares quase como um laboratório vivo, auxiliando na construção de instrumentos historicamente orientados. Além destas características, o boxwood é uma madeira sensacional, tem beleza marcante, textura finíssima, tem seu grão altamente compactado (chegando ao ponto de compará-la ao marfim) e possui sonoridade “doce e macia”. Com esses argumentos fica fácil entender o motivo desta madeira ser favorita de muitos para construir instrumentos. Algumas fábricas oferecem outras espécies de madeira similares como se fossem boxwood, porém estes similares pertencem inclusive a outras famílias botânicas.

Outra madeira famosa é o ébano (diospyros). Praticamente da cor preta, muito densa e pesada, produz sonoridade marcante, forte e brilhante, geralmente escolhida para instrumentos solistas. Muitas flautas históricas sobreviventes foram feitas desta madeira que tem se tornado cada vez mais rara e cara, somado ao fato de, talvez, rachar com certa facilidade. Hoje outra madeira africana (também de cor quase preta e tão densa e pesada quanto o ébano) é utilizada com maior frequência; trata-se do african blackwood ou grenadilla (dalbergia melanoxylon). Por falar nas dalbergias, popularmente chamadas de jacarandás (gostaria de falar sobre esta “joia que veio da botânica”), tomando emprestado as palavras do especialista em madeiras, Dr. Eugênio Victor Follmann (http://www.follmann-tonewoods.com/infop.php?con=jac). O gênero dalbergia se refere a muitas espécies catalogadas e que são exploradas comercialmente, algumas comumente chamadas de rosewood. As que já trabalhei com alguma frequência são:

  • Jacarandá da Bahia (dalbergia nigra);
  • Jacarandá do Pará (dalbergia spruceana);
  • Rosewood de Honduras (dalbergia stevensonii);
  • Cocobolo (dalbergia retusa);
  • Kingwood (dalbergia cearensis);
  • Grenadilla (dalbergia melanoxylon).

Cada uma destas possuem suas características e belezas exóticas, que, unidas à sua riqueza de ressonância, passaram a ser muito extraídas da natureza, fazendo com que algumas entrassem em processo de extinção. Então desde 2017, há uma nova determinação internacional que exige dos donos de instrumentos feitos de alguma dalbergia um certificado de uso e extração legal da madeira. (https://www.fws.gov/international/permits/by-activity/musical-instruments.html).

O mopane (colosphospermum mopane) é uma madeira africana que também costumo usar; muito densa e pesada, possui coloração vermelha-marrom e é bastante estável, assim como a grenadilla.

As fábricas de flauta doce costumam usar madeiras como maple, plumwood, olivewood, assim como algumas fruteiras. É bom ressaltar que estas madeiras por serem menos densas que o boxwood, em teoria, teriam vida útil menor, caso os cuidados de manuseio não sejam bem observados. Durante o período da renascença madeiras como maple e algumas fruteiras foram muito usadas para construir flautas doces, basta observarmos as coleções remanescentes deste período.

Madeiras nativas brasileiras podem ser usadas para construir um instrumento musical? Sim!

Há muitos anos, pesquisando sobre madeiras brasileiras para flauta doce, mantive contato com o Dr. Mário Rabelo de Souza do Laboratório de Produtos Florestais de Brasília. Há época, estava em andamento uma pesquisa científica sobre a utilização de madeiras brasileiras para instrumentos musicais. Muitas espécies foram estudadas e, provadas suas características, foi identificado grande potencial para o uso em instrumentos musicais. Recordo ainda que um dos problemas mencionados foi a dificuldade de encontrar no Brasil um fornecedor regular e confiável de madeiras para este fim. Durante anos, trabalhei com madeiras brasileiras e muitas provaram ter potencial sonoro excelente. Mas, pelo motivo que expliquei, não pude dar prosseguimento com as mesmas. Hoje importo praticamente toda madeira que utilizo, assim consigo fora do Brasil fornecedores regulares e de excelente qualidade para a matéria prima de meu trabalho.

E como se faz uma flauta doce? Gostaria de comentar um pouco da minha vivência fazendo flautas artesanalmente, pois me encaixo dentro da categoria de instrumentos manufaturados. Uso poucas máquinas e muitas ferramentas foram feitas por mim mesmo. A grande vantagem de se adquirir um instrumento feito manualmente é a possibilidade de personalização, tanto esteticamente como sonoramente. E este é meu objetivo: oferecer um produto diferenciado, ao gosto do flautista.

O primeiro passo a ser seguido é a escolha da madeira para o modelo de flauta a ser construído. Claro que cada construtor tem seu modus operandi, de acordo com sua filosofia de trabalho. Quando utilizo uma madeira com muitos anos de secagem, é preciso iniciar o torneamento das peças e furá-las, para então alarga-las nas medidas internas definitivas. Estes alargadores são feitos pelo próprio construtor, não se encontram à venda no mercado e retratam o perfil interno de cada modelo de flauta doce. Em seguida torneia-se os adornos externos, utilizando lixas com grão cada vez menores, afim de se conseguir um polimento final e então aplica-se uma camada de óleo de linhaça (há construtores que usam azeite de oliva, óleo de amêndoas doce ou óleo de tungue). Os passos posteriores seriam: a construção do canal de ar, rampa e janela, o bloco, realizar a furação para afinar e, depois que o instrumento estiver tocando, inicia-se o banho de óleo.

Literalmente as peças da flauta doce devem ser mergulhadas no óleo (com exceção do bloco) por um período que dependerá da decisão de cada construtor, inclusive alguns construtores usam óleo de linhaça ou de tungue, azeite de oliva ou amêndoas doces, dependendo do gosto ou experiência pessoal de cada um.

Algumas controvérsias existem sobre o uso do óleo, pois alguns construtores defendem a ideia de que seus instrumentos não podem ficar sem o mesmo, outros acham que não há necessidade e que poderia até prejudicar o funcionamento do instrumento se forem aplicados determinados óleos em algumas madeiras.

Eu já fiz algumas experiências com o óleo de linha, por exemplo. O óleo de linhaça cru não seca bem e permanece por muito tempo com uma consistência pegajosa (parecendo chiclete). O melhor seria cozinhá-lo para que se torne sicativo, ou que se torne duro, já que o óleo de linhaça é chamado de verniz de linhaça por esta característica (tendo inclusive o verniz usado em violinos ou instrumentos de corda linhaça em sua composição).

Não aconselho usar o óleo de linhaça cru que se compra em supermercados para uso rotineiro de flautistas em seus instrumentos pela razão que citei. Já testei várias marcas e sempre cozinhei para se que se obtenha esta secagem rápida. Mas cuidado: tanto o óleo de linhaça como seus vapores ferventes são inflamáveis, e este procedimento deve ser feito em local ventilado (além do seu cheiro não agradável). Costumo também usar cebola e alho, pois seus ácidos (álico e oxálico) dissolvem a acroleína, presente no óleo linhaça cru, fazendo assim com que ele seque mais rapidamente.

Este assunto também é polêmico, pois, ao cozinhar o óleo quimicamente nós o alteramos e gostaria de salientar que este óleo não deve ser usado para consumo humano, pois o procedimento citado é apenas para aplicação em madeira. Existe um texto bem interessante escrito por Terry Simmons que explica sobre a aplicação de óleo nas flautas de madeira e pode ser acessado aqui.

Após o óleo secar na madeira, irei testar o instrumento (tocar) e fazer os ajustes finais para enviar ao flautista, que começara o processo de “amaciamento”.

Em poucas palavras este é meu método de trabalho e, melhor que palavras, imagens possam ilustrar melhor (clique aqui para ver a galeria de imagens).

As imagens da galeria de fotos são da fabricação de uma flauta doce tenor, em dó, do modelo Stanesby Jr., cujo original encontra-se no Museu da Música de Paris. Construída em boxwood, possui quatro partes, assim como um traverso, esta flauta doce foi feita pensada para ser um instrumento solista, sendo capaz de tocar o repertório para traverso ou oboé.

Flauta doce tenor em dó Thomas Stanesby Jr.

Você pensa que após todo este processo uma flauta doce está pronta? Após a construção é que o instrumento começa a amadurecer, inclusive em aspectos de sonoridade e estabilidade.

Faço flautas não para entregá-las já desenvolvidas, e sim para que seja moldada de acordo com o clima local e à maneira de tocar do flautista. Quando envio um instrumento junto segue uma carta com informações sobre cuidados e manuseio. São procedimentos sugeridos que, se seguidos, estarão favorecendo um desenvolvimento equilibrado, e que com o tempo a sonoridade da flauta ficará mais aberta, homogênea, rica e flexível.

Gostaria de continuar este texto propondo uma interação com você flautista, professor, músico e apreciador deste assunto.

Perguntas são sempre bem-vindas para maiores explicações e correções. Qual sua dúvida ou curiosidade? Sabendo, responderei com muito prazer, sendo que poderei ser contatado pelo meu website, e-mail ou redes sociais (os endereços estão ao fim do texto).

Deixo registrado aqui meus parabéns ao Alfredo Zaine e Daniel Figueiredo pela iniciativa com o lab.flauta, importante canal de veiculação de conteúdo sério para a flauta doce. Desde já agradeço a Deus pela oportunidade de fazer esta atividade e a todos os colegas que direta e indiretamente me ajudaram ao longo dos anos.

Fica aqui minha imensa gratidão!

É AUTOR DESTA MATÉRIA

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Fazendo a citação deste artigo
XIMENES, Marcos. A arte de construir flauta doce em madeira. lab.flauta, 2018. Disponível em: <http://labflauta.org/conteudo/>.
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Créditos da imagem:
Fluitspeler, Jan Broedelet, 1690 – 1700
Rijksmuseum Amsterdam